As negociações sobre Sailor Moon continuam a passos de tartaruga no Brasil. A previsão da Angelotti Licensing é que os contratos para a exibição e o lançamento de produtos referentes à primeira fase da série sejam assinados agora, em novembro.
Cerca de cinco estúdios de dublagem estão sendo cotados para trabalhar com a série. Quem decidirá é a Toei Animation, que ainda não bateu o martelo (sim, isso também deve ser decidido esse mês).
Enquanto a gente espera – e fazendo aquela pressãozinha básica para tudo dar certo -, vamos divulgar um vídeo bem interessante que foi publicado na semana passada pelo JBox.
A Sandríssima Monte, que lançou o livreto sobre a presença dos animês da TV brasileira, concedeu uma entrevista aos blogueiros sobre o mesmo tema. E adivinha: em uma das perguntas ela fala sobre Sailor Moon (como sempre, não muito otimista). Vale a pena conferir, apesar de a opinião dela ser totalmente contrária ao que nós queremos para o retorno de Sailor Moon no Brasil.
E por que vale a pena? Porque retoma, mais uma vez, a velha discussão: animês podem dar certo na TV brasileira, sejam os clássicos ou os mais novos? Se não dão, de quem é a culpa?

UPDATE: Queremos ouvir a opinião de vocês! E aí, vocês concordam com ela?
Eu, particularmente, concordo em alguns aspectos, discordo em outros. Acho difícil uma série mais antiga competir com séries mais novas no mercado. A animação, a linguagem, a tecnologia e o próprio público mudaram muito nas últimas décadas. Mas como vocês podem ver, o “clássico” está na modinha, tem seu glamour, e vem sendo usado muito sabiamente em diversos setores.
Entretanto, uma coisa é certa: a TV aberta é o principal canal para que uma série tenha a repercussão e os retornos desejados pelas empresas. Se nós, fãs de Sailor Moon, queremos que a série tenha o mínimo de sucesso por aqui, trazendo os produtos oficiais, precisaremos de uma transmissão legítima, séria e de qualidade. Ou só os DVDs na prateleira já são o suficiente…? Acho que não.