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6 de novembro de 2014

Review: Volume 6 da edição de Sailor Moon pela JBC

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O volume 6 do mangá dá início ao arco infinito (conhecido como Sailor Moon S), um dos queridinhos dos fãs, devido ao surgimento de novas Guerreiras Sailors que chegam para “abalar” as estruturas do quinteto fantástico das Inners.

Nosso review traz os nossos comentários sobre a história e sobre o trabalho de tradução, adaptação e edição da Editora JBC. Clique na imagem para conferir ^.~

 

5 Responses to “Review: Volume 6 da edição de Sailor Moon pela JBC”

  1. avatar Priscila Serrano disse:

    Eu gostei das traduções e adaptações da Editora Jbc, achei melhores do que os termos usados nas dublagens, que foram muito porcas, diga-se de passagem. Sobre o Ciclone De Côco de Jupiter, achei uma adaptação ótima, até por não terem onde se basearem por ser um golpe do mangá somente, como o golpe do Tuxedo Mask. Estou adorando o mangá, mas triste por estar acabando.

  2. avatar Carlos disse:

    Quanto à tradução dos poderes, eu penso que seria mais legal se eles tivessem deixado em inglês mesmo, afinal até na versão japonesa estão in english…

  3. avatar Felipe disse:

    Por melhor que seja a qualidade do papel e da impressão (também, por 16,50), a tradução dos nomes deixa um, pouco a desejar. Se eles tivessem desde o início traduzido tudo ao pé da letra ou usando os termos do anime (vide a primeira publicação de Guerreiras mágicas), seria mais fácil de engolir; mas o que eu vi até agora, inclusive no volume 7, é uma tremenda salada de frutas. Mas fazer o quê? Mais da metade já foi. Só quero ver como vai ficar o nome do Death Moon Circus.

  4. avatar Miguel Carqueija disse:

    Também preferia que ficasse tudo em inglês porque, se fosse para traduzir, os nomes originais dos golpes seriam em japonês. Ou até Sailor Moon teria de ser a Marinheira da Lua (já pensou?)
    Interessante é a diferença de enredo em relação ao animê. Agora, de onde saiu esse nome taioron?

  5. avatar makoto disse:

    Se eles tivessem desde o início traduzido tudo ao pé da letra ou usando os termos do anime (vide a primeira publicação de Guerreiras mágicas), seria mais fácil de engolir;

    Nem um nem outro, teriam que deixar tudo em inglês mesmo.